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sábado, 31 de dezembro de 2011
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Realidade

sábado, 24 de dezembro de 2011
Natal

Somos como um peão de xadrez, andando sempre para frente e incapaz de voltar para trás, passamos despercebidos por parecermos como todos, e só mudamos de direcção para a diagonal. Às vezes peças descartáveis, às vezes peças fundamentais, mas como todos os peões, pretendemos chegar ao fim do tabuleiro, seguindo o nosso caminho, no meio da batalha, no meio de peças maiores que nós. Porque quando o peão chega ao outro lado do tabuleiro, pode ser a peça que quiser! E nós somos aquilo que decidimos ser. No xadrez como na vida, depois da primeira jogada acontecem momentos recheados de ganhos e perdas. O Xadrez tem tudo o que de bom contém a vida, e nada alberga o que esta de mal lhe oferece. A diferença está quem dela tira bom partido. As ideias ousadas são como as peças de xadrez que se movem para a frente; podem ser comidas, mas podem começar um jogo vitorioso. Foi assim connosco, sabes? Tomamos decisões difíceis mas que eram de coração, o que nos leva cada vez mais longe, mesmo que o tempo e o espaço gostem de pregar partidas. E o destino que nos juntou também joga xadrez: o que nós não sabemos é que ele joga o tempo inteiro com duas rainhas, não nos dando hipóteses para fugir á seta certeira do Sr. Cupido. E ainda bem, porque o mais que te desejo neste Natal, além de saúde, paz, amor e presentes, desejo que os nossos passos sejam precisos como um bom jogo dos nossos de xadrez. Então anda cá, senta-te aqui para conversar um pouco, jogar xadrez, rir para eu ficar só a olhar para ti. Segura a minha mão, leva-me para qualquer lugar, onde seja só eu e tu. Depois finge que vais embora só para eu ter uma ideia do que é a possibilidade de não te ter por perto. Pega-me ao colo, abraça-me. Finge que me vais beijar e depois recusa, só para me veres a tentar roubar um beijo teu. Depois abraça-me de novo, pega-me ao colo outra vez. Então, senta aqui para conversarmos um pouco mais, enquanto me vês a fazer xeque-mate no xadrez, rolar contigo no chão, sorrir e apontar para o céu, a única coisa que é a mesma para ti e para mim, a quilómetros de distância.
Feliz Natal
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Perto

terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Assim
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
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